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22 de outubro, 2002 - Publicado às 01h26 GMT
Greve geral na Venezuela foi 'fracasso' e 'sucesso'
Várias manifestações ocorreram em Caracas
Várias manifestações ocorreram em Caracas

Aldo Rodríguez Villouta, da Venezuela

Milhares de simpatizantes do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e milhares de seus opositores festejaram em diferentes ruas de Caracas o sucesso e o fracasso da greve geral desta segunda-feira - apontados por avaliações diametralmente opostas apresentadas pelos dois lados.

A primeira manifestação ocorreu no centro da capital, onde os partidários do governo, gritando "Chávez os está enlouquecendo!", proclamaram o "fracasso da greve golpista e fascista". Foi assim que eles qualificaram a paralisação que pediu a renúncia do presidente e o adiantamento das eleições.

O vice-presidente do país, José Vicente Rangel, disse que "o país não parou e se manteve de pé frente aos parasitas" e que "nada impedirá que Chavez conclua seu período constitucional" de quatro anos no poder.

Rangel também advertiu que "é melhor que não se atrevam a atentar contra a vida do presidente", ao comentar o fato de, no sábado, ter sido descoberto o plano de realizar um atentado contra o avião presidencial.

Panelaço

O presidente do Congresso, William Lara, disse por sua vez que irá sugerir a Chávez que tome "medidas duras", no caso da oposição voltar a convocar outras manifestações de força contra ele.

Pouco antes de um panelaço da oposição que encerrou a greve, Carlos Ortega, presidente da CTV (principal central sindical da Venezuela), estimou que 85% dos trabalhadores do país cruzaram os braços na greve e anunciou que "a luta pela liberdade e pela democracia não termina hoje".

Ele também anunciou que no próximo dia 4 de novembro deve ser entregue às autoridade eleitorais do país um abaixo-assinado com milhões de assinaturas pedindo a realização de uma consulta popular sobre o futuro de Hugo Chávez.

Ortega disse que a consulta deve se realizar até o dia 4 de dezembro. "Do contrário, se forem fechadas as vias democráticas, o povo recorrerá à desobediência civil prevista na constituição".

"Se lhe resta algo de sensatez e valentia, senhor Chavez", continuou o líder sindical, "consulte o povo, não tenha medo. Nós o desafiamos, porque seu governo está cada vez mais encurralado, mais sozinho e desesperado do que nunca".

 
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