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19 de março, 2003 - Publicado às 00h01 GMT
EUA afirmam que invasão do Iraque é inevitável
Soldados americanos se preparam para a guerra
Soldados americanos se preparam para a guerra

O governo americano afirmou que as forças do país vão entrar no Iraque para procurar armas de destruição em massa mesmo se o presidente Saddam Hussein atender ao ultimato para deixar o país.

O porta-voz da Casa Branca, Ari Fleischer, disse que as tropas aliadas entrarão no país "não importa o que aconteça", mas alertou o líder iraquiano que permanecer no país seria seu "último erro".

Saddam Hussein rejeitou categoricamente o ultimato de 48 horas dado na segunda-feira à noite pelo presidente americano George W. Bush para evitar a guerra.

Um comunicado divulgado após uma reunião de Saddam Hussein com seu gabinete diz que o Iraque e o povo do país estavam "totalmente prontos para confrontar e repelir os agressores invasores".

Apoio

O secretário de Estado americano, Colin Powell, disse mais cedo que 45 países já manifestaram apoio à coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o Iraque. Segundo Powell, 30 países prometeram apoio concreto e outros 15 preferiram permanecer anônimos por enquanto.

Todos os inspetores da ONU já deixaram o Iraque, em preparação ao bombardeio americano, que poderia começar na madrugada de quinta-feira, quando expira o ultimato dado por Bush.

O ministro de Relações Exteriores do Iraque, Naji Sabri, chamou Bush de "criminoso de guerra" e acusou Washington de tentar "empurrar a ONU para o suicídio".

Sabri disse que o governo americano "quer usar a ONU como um escritório para emitir uma permissão para a guerra".

Ele também criticou a decisão da ONU de retirar seus funcionários do Iraque, dizendo que a medida contraria as responsabilidades da organização e "abre caminho para a agressão americana".

O correspondente da BBC em Bagdá Paul Wood disse que os iraquianos estão se preparando para a guerra, estocando principalmente comida e combustível.

Estados Unidos

Nos Estados Unidos, vários membros do Partido Democrata se disseram apreensivos com relação a uma ação militar no Iraque.

O líder democrata no Senado, Tom Daschle, disse que via com tristeza que os Estados Unidos estavam partindo para a guerra porque "o presidente Bush não foi capaz de criar um esforço diplomático que é tão importante para o país".

Com a aproximação da guerra, a segurança foi intensificada ao redor da Casa Branca, nas fronteiras, portos e aeroportos do país e algumas cidades estão sob restrições aéreas.
 
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