Terremoto no Haiti

Haiti tem recuperação lenta seis meses após terremoto

Haiti entre escombros, seis meses depois

  • Marie Point du Jour tenta vender mangas entre escombros do terremoto (Foto: Natasha Fillon, ONG Progressio)
    Lentamente, os habitantes de Porto Príncipe tentam reconstruir suas vidas e o que perderam no terremoto que atingiu o Haiti há seis meses. Esta mulher, passou a viver da venda de mangas após o tremor.
  • (Foto: Natasha Fillon, ONG Progressio)
    Já estes moradores de um acampamento de refugiados tentam vender pneus recauchutados. O comércio informal é a única saída para uma parcela significativa dos habitantes da capital haitiana.
  • (Foto: Natasha Fillon, ONG Progressio)
    As crianças, principais vítimas do terremoto, se distraem com jogos. Calcula-se que a metade das pessoas mortas pelos tremores, 110 mil, eram crianças. Boa parte das que sobreviveram ficou órfã.
  • (Foto: Natasha Fillon, ONG Progressio)
    Meio ano após o terremoto, a tarefa de reconstrução ainda consiste basicamente em retirar os escombros. Cerca de 280 mil prédios comerciais e residenciais foram destruídos.
  • (Foto: Natasha Fillon, ONG Progressio)
    As barracas doadas pela comunidade internacional viraram o lugar provisório da maioria das pessoas desabrigadas pelo terremoto. Mas as barracas são vulneráveis em fortes tempestades.
  • (Foto: Natasha Fillon, ONG Progressio)
    As famílias em Porto Príncipe têm de suportar temperaturas de até 50ºC nos dias mais quentes do verão (inverno no Brasil). Poucos aguentam o calor e passam muitas horas fora das barracas.
  • (Foto: Natasha Fillon, ONG Progressio)
    O jornalista Brinet Petit, coordenador do programa "Arte e Evolução", no campo de San Louis Gonzague, trabalha dentro de uma das tendas doadas pela Organização das Nações Unidas (ONU).
  • (Foto: Natasha Fillon, ONG Progressio)
    Durante a Copa do Mundo de futebol, os haitianos puderam esquecer um pouco a dura realidade em que vivem para acompanhar as partidas. Muitos torceram para a seleção brasileira.
  • (Foto: Natasha Fillon, ONG Progressio)
    O plano de reconstrução do governo do Haiti sofreu grandes atrasos, e vários países que prometeram ajuda financeira ainda não teriam enviado o dinheiro, segundo as autoridades haitianas.
  • (Foto: Natasha Fillon, ONG Progressio)
    Mais de 200 mil pessoas morreram vítimas do terremoto e estima-se que 1,5 milhão tenham ficado desabrigadas. O estrago teria sido equivalente a 120% do PIB do país.

Lentamente e entre muitos escombros, os habitantes da capital do Haiti, Porto Príncipe, tentam reconstruir suas vidas e o que perderam no terremoto que atingiu o país há seis meses.

Os tremores mataram mais de 200 mil pessoas e deixaram cerca de 1,5 milhão de pessoas desabrigadas.

A tarefa de reconstrução ainda consiste basicamente em retirar os escombros. Cerca de 280 mil prédios comerciais e residenciais foram destruídos.

Segundo o chefe do departamento de América Central e Caribe do Itamaraty, ministro Rubens Gama Filho, estima-se que as perdas provocadas pelo terremoto sejam equivalentes a 120% do PIB do país.

Depois do sismo, o desemprego teria aumentado para 95%, disse o diplomata.

A maioria dos desabrigados, que ainda vive em barracas doadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) sobrevive por meio do comércio informal.

As crianças, principais vítimas do terremoto, se distraem nos acampamentos com jogos. Calcula-se que a metade das pessoas mortas pelos tremores eram crianças, e boa parte das que sobreviveram ficou órfã.

BBC © 2014 A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo de sites externos.

Esta página é melhor visualizada em um navegador atualizado e que permita o uso de linguagens de estilo (CSS). Com seu navegador atual, embora você seja capaz de ver o conteúdo da página, não poderá enxergar todos os recursos que ela apresenta. Sugerimos que você instale um navegados mais atualizado, compatível com a tecnologia.