Ciência

Cientistas divulgam resultados do maior censo já feito da vida marinha

Galeria de Fotos: 10 anos de descobertas nos oceanos

  • Foto: Gary Cranitch / Queensland Museum
    Cientistas divulgaram resultados do primeiro Censo da Vida Marinha, iniciado há dez anos. Esta foto mostra uma água-viva encontrada perto da Grande Barreira de Corais.
  • Foto: Kacy Moody
    O projeto internacional envolveu mais de 2,7 mil pesquisadores de 80 países, que passaram um total de 9 mil dias no mar em 540 expedições. A foto desta lesma marinha, de Kacy Moody, foi tirada no Caribe.
  • Foto: Jan Michels
    O censo descobriu novas espécies, como este minúsculo ser, da espécie 'Ceratonotus steiningeri', encontrado a 5,4 mil metros de profundidade na costa da África em 2006. A foto é de Jan Michels.
  • Foto: Karen Gowlet-Holmes
    O programa de pesquisa de US$ 650 milhões procurou responder três questões: O que já viveu nos oceanos? O que vive nos Oceanos? O que viverá nos Oceanos? Foto de Karen Gowlet-Holmes.
  • Foto: Stephanie Valentin / D.J. Patterson
    A foto de Stephanie Valentin e D.J. Patterson, mostra uma imagem de microscópio de um exemplar da espécie 'Protoperidinium pellucidum' encontrado em Sidney, na Austrália.
  • Foto: Yoshihiro Fujiwara/JAMSTEC
    Ccientistas trabalhando nos projetos publicaram mais de 2,6 mil trabalhos. A espécie 'Vigtorniella Sp.' foi descoberta em uma carcassa de baleia no fundo do oceano, no Japão. Foto: Yoshihiro Fujiwara/JAMSTEC.
  • Foto: Kevin Raskoff
    O censo ajuda a avaliar como a atividade humana afeta os oceanos. Esta água-viva, da espécie 'Crossota norvegica', foi descoberta no Ártico canadense. A foto é de Kevin Rascoff.
  • Foto: Yoshihiro Fujiwara/JAMSTEC
    Esta lesma marinha, descoberta no Japão, seria o único exemplar encontrado de uma nova espécie. A foto é de Yoshihiro Fujiwara/JAMSTEC.
  • Foto: Cory Pittman, NOAA, PIFSC, NHIMN
    Esta foto mostra um exemplar da espécie 'Halgerda terramtuentiss' coletado perto do Havaí. Foto: Cory Pittman, NOAA, PIFSC, NHIMN
  • Foto: Kevin Raskoff/Monterey
    A coleta de milhões de espécimes levou a identificação de mais de 6 mil novas espécies em potencial, entre elas esta água-viva, comum abaixo dos mil metros de profundidade no Ártico. Foto: Kevin Raskoff.

Cientistas divulgaram nesta segunda-feira os resultados do primeiro Censo da Vida Marinha – um estudo iniciado há dez anos que permitiu a descoberta de seis mil novas espécies em potencial.

O projeto internacional, que está ajudando a avaliar como a atividade humana está afetando ecossistemas marinhos antes inexplorados, envolveu mais de 2,7 mil pesquisadores de 80 países, que passaram 9 mil dias em ao menos 540 expedições nos mares.

As pesquisas geraram 2,6 mil trabalhos científicos e a maior compilação existente no mundo sobre a vida nos oceanos.

O estudo “definiu pela primeira vez tanto o que era conhecido como o que era desconhecido e inexplorado nos oceanos”, disse Ian Poiner, presidente do comitê do censo.

“Toda a vida na superfície depende da vida nos oceanos. A vida marinha fornece metade do nosso oxigênio, muito da nossa alimentação e o controle do clima.”

O recenseamento, iniciado no ano 2000, custou US$ 650 milhões e envolveu mais de 670 instituições globais, para tentar responder às questões: O que viveu nos oceanos? O que vive nos oceanos? O que viverá nos oceanos?

Segundo os estudiosos, das 6 mil novas espécies em potencial descobertas, 1,2 mil já foram descritas formalmente.

Mesmo assim, os cientistas do censo dizem que ainda é impossível estimar, com precisão, o número de espécies marinhas existentes.

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