Museu espanhol exibe joias feitas por mestres da arte

Galeria de Fotos: Joias artísticas

  • Foto: MNAC (Museu Nacional de Arte da Catalunha)
    A mostra 'Joias de Artista: Do Modernismo à Vanguarda', aberta no Museu de Arte da Catalunha, na Espanha, revela obras de mestres da arte feitas com pedras preciosas. Acima, 'Olho do Tempo', de Salvador Dalí (1949). Foto: Museu Nacional de Arte da Catalunha
  • Foto: MNAC (Museu Nacional de Arte da Catalunha)
    A mostra traz 340 peças de valor incalculável, entre elas este anel-relógio de ouro com um retrato de Dora Maar, feito por Pablo Picasso entre 1936 e 1939. Foto: Museu Nacional de Arte da Catalunha
  • Foto: MNAC (Museu Nacional de Arte da Catalunha)
    Acima, outra peça de Salvador Dalí: o broche 'Lábios de Rubi'. A exposição no MNAC tenta explicar a trajetória do modernismo até a vanguarda através das joias. Foto: Museu Nacional de Arte da Catalunha
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    Criadas quase todas no início do século 20, as joias representam uma tentativa de fusão de técnicas, estilos e materiais. Acima, um broche de ouro e pérolas criado por Hector Guimard (1909). Foto: Museu Nacional de Arte da Catalunha
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    'Joias de artista' traz criações únicas, jamais expostas juntas. Acima, uma medalha de ouro feita em 1959 pelo artista alemão Max Ernst. Foto: Museu Nacional de Arte da Catalunha
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    Um dos pioneiros do cubismo, Georges Braque, produziu muitas joias no fim da vida. Acima, o pingente 'Hera', de ouro e safiras. Foto: Museu Nacional de Arte da Catalunha

Uma mostra inaugurada nesta quinta-feira no Museu Nacional de Arte da Catalunha, em Barcelona (nordeste da Espanha), destaca joias produzidas por alguns dos mais conhecidos gênios da arte moderna.

A exposição Joias de Artista – do Modernismo à Vanguarda traz 340 objetos, entre relógios, broches, pulseiras, medalhas e pingentes de valor incalculável, feitos por artistas como Salvador Dalí, Pablo Picasso, Auguste Rodin, George Braque, Marx Ernst e Man Ray, entre outros.

Criadas quase todas no início do século 20, as joias representam uma tentativa de fusão de técnicas, estilos e materiais, para “explicar a beleza sem fazer distinções”, como descrevera o arquiteto austríaco Otto Wagner.

Além de exibir criações únicas, jamais expostas juntas, a mostra pretende explicar a trajetória do modernismo por meio da relação entre joias e obras de arte.

Foi principalmente a partir da década de 30 que o movimento Art Nouveau abriu o caminho para as peças chamadas de “microesculturas”, onde se destaca o Olho do Tempo (1949), de Salvador Dalí: um relógio de 4 cm x 6 cm x 1,7 cm em platina, rubis e diamantes.

A exposição Joias de Artista ficará aberta ao público até 13 de fevereiro de 2011.

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