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Haiti continua em ruínas um ano depois de terremoto

GALERIA de fotos: HAITI SEGUE EM RUÍNAS

  • Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil
    O palácio presidencial, em Porto Príncipe, continua em ruínas, um ano depois do terremoto que devastou o Haiti e deixou 230 mil mortos. (Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil)
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    Boa parte da infra-estrutura do governo foi destruída no terremoto de janeiro do ano passado. Na foto, o que restou do Ministério de Economia e Finanças. (Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil)
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    Waf Jeremie é uma das regiões mais pobres da favela de Cité Soleil. A área não foi tão afetada pelo terremoto, mas a situação é precária. Os moradores vivem em barracos em meio ao lixo e aos porcos. (Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil)
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    A Catedral de Porto Príncipe foi bastante danificada pelo terremoto. Assim como quase todos os prédios destruídos no país, o templo continua à espera de reconstrução. (Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil)
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    Com uma taxa de desemprego em torno de 80%, muitos haitianos buscam trabalho no comércio informal. Mercados como este são comuns nas ruas da capital. (Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil)
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    Os ônibus e caminhonetes usados no transporte público de Porto Príncipe, chamados de tap-tap, são coloridos e decorados, na maioria das vezes com motivos religiosos. (Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil)
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    As ruas de Porto Príncipe estão repletas de lixo, que se mistura aos escombros do terremoto. A imagem mostra uma pequena feira de produtos agrícolas. (Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil)
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    A economia do Haiti encolheu 7% no ano passado. Na foto, o comércio de roupas e calçados em uma rua da capital. (Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil)
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    O rio da foto está completamente tomado por lixo, garrafas plásticas e dejetos. Em meio à sujeira, prolifera a epidemia de cólera. (Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil)
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    Barracas e acampamentos improvisados tomam conta da paisagem de Porto Príncipe. Mais de 1 milhão de haitianos continuam desabrigados. (Foto: Alessandra Corrêa/BBC Brasil)

Um ano depois do terremoto que devastou o Haiti e deixou 230 mil mortos, o país continua à espera de reconstrução.

Nas ruas da capital Porto Príncipe, os escombros de prédios destruídos se misturam a montanhas de lixo.

A cidade inteira está tomada por acampamentos de desabrigados. Mais de 1 milhão de haitianos ainda vivem em barracas.

A economia do país encolheu 7% no ano passado, e a taxa de desemprego chega a 80%.

Em meio a tantas dificuldades, os haitianos ainda enfrentam uma epidemia de cólera, que já matou cerca de 3,5 mil pessoas, e a instabilidade política depois das eleições de novembro, ainda sem resultado definitivo e marcadas por denúncias de fraude.

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