Oriente médio

Egípcios que participam de protestos revelam fotos de manifestações

Galeria de fotos: os protestos sob as lentes de manifestantes

  • Foto: Ruth Vandewalle
    A BBC Brasil teve acesso a fotos de manifestantes que foram às ruas no Egito para exigir reformas políticas. (Foto: Ruth Vandewalle)
  • Foto: Hany El Zorkany
    As autoridades egípcias avisaram que não tolerarão mais protestos e que os manifestantes serão presos. Mesmo assim, não há sinais de que as manifestações diminuirão. (Foto: Hany El Zorkany)
  • Foto: Hany El Zorkany
    Os protestos no Egito começaram na terça-feira e foram inspirados no levante popular na Tunísia que, há duas semanas, derrubou o presidente, que estava no poder havia 23 anos. (Foto: Hany El Zorkany)
  • Foto: Hany El Zorkany
    Os manifestantes egípcios exigem a saída do ministro do Interior, o estabelecimento de um limite para o mandato presidencial e a suspensão do estado de emergência. (Foto: Hany El Zorkany)
  • Foto: Lina
    As forças de segurança vêm reprimindo com firmeza os protestos, usando canhões de água, cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo. (Foto: Lina)
  • Foto: Ruth Vandewalle
    Segundo a imprensa do país, houve diversos confrontos durante a noite em bairros próximos à região central do Cairo, onde se concentram os maiores protestos contra o governo. (Foto: Lina)
  • Foto: Ruth Vandewalle
    Pelo menos seis pessoas, incluindo um policial, foram mortas nas manifestações. (Foto: Ruth Vandewalle)
  • Foto: Ruth Vandewalle
    Segundo o governo, 860 pessoas já foram presas, mas organizações independentes estimam que o número ultrapasse 1,2 mil detenções. (Foto: Ruth Vandewalle)

A BBC Brasil teve acesso a fotos de manifestantes que foram às ruas no Egito para exigir reformas políticas no país.

As autoridades egípcias avisaram que não tolerarão mais protestos e que os manifestantes serão presos. Mesmo assim, não há sinais de diminuição nas manifestações.

Os protestos no Egito começaram na terça-feira e foram inspirados no levante popular na Tunísia que, há duas semanas, derrubou o presidente, que estava no poder havia 23 anos.

Os manifestantes egípcios exigem a saída do ministro do Interior, o estabelecimento de um limite para o mandato presidencial e a suspensão do estado de emergência.

As forças de segurança vêm reprimindo com firmeza os protestos, usando canhões de água, cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo.

Pedras e prisões

Manifestantes no Egito (foto: Hany El Zorkany)

Manifestações continuam no Egito, apesar de repressão

Segundo a imprensa do país, houve diversos confrontos durante a noite em bairros próximos à região central do Cairo, onde se concentram os maiores protestos contra o governo.

Nesta sexta-feira, policiais dispararam bombas de gás lacrimogêneo e usaram canhões d'água para dispersar multidões, que reagiram atirando pedras contra as forças de segurança. Centenas também saíram às ruas das cidades de Suez e Alexandria.

Serviços de internet e de envio de mensagens por celular foram bloqueados. A oposição culpa o governo, dizendo tratar-se de uma tentativa de impedir a organização de novos protestos. As autoridades egípcias negam.

Há relatos de que centenas de integrantes da oposição teriam sido presos durante a madrugada. O principal alvo das prisões teria sido o grupo Irmandade Muçulmana - que foi banido pelo governo.

Pelo menos sete pessoas morreram e até mil foram presas desde o início dos protestos, na terça-feira.

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