Objetos inanimados ganham vida em ensaio bem-humorado

GALERIA DE FOTOS: A VIDA SECRETA DOS OBJETOS

  • Foto: Terry Border / Caters
    O artista americano Terry Border criou uma série de imagens cômicas em que imagina objetos do cotidiano em situações inusitadas. Na imagem, que se chama "Sonhos de um cubo de gelo", uma pedra de gelo fisiculturista sonha com a força do iceberg que atingiu o navio Titanic. Foto: Terry Border / Caters
  • Foto: Terry Border / Caters
    Border, de 45 anos, cria esculturas a partir de alimentos, objetos do cotidiano e arames. Na obra intitulada "O jeito americano", um hambúrguer e um pacote de batatas fritas se transformam na Estátua da Liberdade. Foto: Terry Border / Caters
  • Foto: Terry Border / Caters
    O artista diz que tem um talento natural para imaginar objetos em situações inusitadas e divertidas. Na foto, amendoins zumbis se alimentam do "cérebro" de um amendoim saudável. Foto: Terry Border / Caters
  • Foto: Terry Border / Caters
    Depois de tentar criar esculturas maiores e mais abstratas, Border decidiu se dedicar aos objetos menores. Na foto, uma caneta acorrentada a uma mesa tenta se libertar. Foto: Terry Border / Caters
  • Foto: Terry Border / Caters
    Em seu blog, o americano diz que costuma deixar esculturas em lugares por onde viaja, depois de fotografá-las. Na foto, uma colher de pau é assassinada, a tiros, por outra. Foto: Terry Border / Caters
  • Foto: Terry Border / Caters
    Para Terry Border, seu ponto de vista sobre as coisas sempre foi seu dom. Ele diz que criar objetos é, desde o início, uma diversão. Na imagem, que se chama "Luto de amendoins", um grupo lamenta a morte dos companheiros usados para fazer um pote de manteiga de amendoim. Foto: Terry Border / Caters
  • Foto: Terry Border / Caters
    Border diz que, apesar do senso de humor que usa em suas imagens, é incapaz de contar piadas. Na foto acima, que se chama "Hematomas", as manchas das bananas viram machucados de uma luta de boxe. Foto: Terry Border / Caters
  • Foto: Terry Border / Caters
    Border já lançou um livro com fotografias de seu trabalho e se prepara para lançar o segundo. Além disso, publica imagens semanalmente em um blog. A imagem acima mostra um biscoito de chocolate buscando seu companheiro, que foi consumido com o copo de leite. Foto: Terry Border / Caters
  • Foto: Terry Border / Caters
    Apesar da constante produção, o artista diz estar cheio de ideias para novas fotos. A fotografia, cujo título é "Cena do crime", mostra um picolé cobrindo o "corpo" de outro, que derreteu. Foto: Terry Border / Caters
  • Foto: Terry Border / Caters
    Segundo Terry Border, seu trabalho fica melhor com a experiência. Por causa disso, ele diz que não pretende parar de criar novas imagens. Na foto, um ovo é encorajado por um fouet (utensílio utilizado para fazer cremes e omeletes) a pular para dentro de uma tigela. Foto: Terry Border / Caters

O artista americano Terry Border criou uma série de imagens cômicas, em que imagina objetos do cotidiano em situações inusitadas.

Em sua nova coleção, ele usa bananas, ovos, pães, facas, colheres de pau e até uma pedra de gelo. Com o auxílio de arames, ele anima os objetos para realizar as cenas.

Nas fotos, é possível ver amendoins zumbis, a morte de um picolé e até mesmo um hambúrguer que, combinado com um pacote de batatas fritas e um refrigerante, se transformou na Estátua da Liberdade, um dos principais monumentos dos Estados Unidos.

Border, que é da cidade de Greenwood, em Indianápolis, diz que seu talento para criar é natural, e que ainda está repleto de ideias.

"Eu fazia esculturas maiores e mais abstratas, mas descobri que não era o meu forte."

"Comecei a fazer obras menores com arame e comecei a incorporar objetos para fazer coisas mais interessantes. Usei o meu humor, que admito ser um pouco estranho", diz Border.

O artista de 45 anos diz que, para ter ideias, costuma observar os objetos, pensar sobre o que eles lembram e criar algum tipo de história com isso.

"Tento me divertir durante o processo. Eu tenho um bom senso de humor. Gosto de rir, mas não consigo contar uma piada nem para salvar minha vida", diz.

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