EUA investigam sumiço de mãe de cinco que saiu de casa para alugar DVD

Wazinah Suleiman (Foto de família) Direito de imagem Arquivo familiar
Image caption Wazinah saiu de casa para alugar DVD mas nunca chegou à locadora

As autoridades do condado da Geórgia, nos Estados Unidos, estão investigando o desaparecimento, sem motivo aparente, de uma mãe de cinco filhos na última sexta-feira.

Wazinah Suleiman, de 30 anos, nunca mais foi vista depois que saiu de casa dizendo que iria alugar um DVD no supermercado Walmart de Cartersville, no condado de Bartow.

O marido, Abed Suleiman, disse ter descoberto o desaparecimento da esposa quando voltou para casa, após o cancelamento de uma viagem, e não a encontrou na residência.

Wazinah, que trabalhava como assistente em uma creche, havia deixado sozinhas as crianças de 6, 7, 10, 11 e 12 anos do casal.

Mistério

Em sua versão contada à polícia e à imprensa, Abed disse que jantou com a mulher e os filhos na noite do desaparecimento.

Depois do jantar, ele e um amigo viajaram para caçar perus no estado de Kentucky, mas deram meia-volta após descobrir que a temporada de caça ainda não havia sido aberta.

O marido contou que, ao chegar em casa e não ver a esposa, tentou ligar para o telefone celular dela algumas vezes, mas ninguém atendeu.

Em vez disso, segundo a rede de TV CNN e o diário local <i>Atlanta Journal-Constitution</i>, Abed recebeu de volta mensagens de texto grosseiras enviadas do telefone da mulher.

Uma delas dizia: "Está tudo acabado. Vou jogar meu telefone celular pela janela".

Na terça-feira, o carro de Wazinah foi encontrada em um estacionamento às margens de uma rodovia do condado vizinho de Cherokee.

A polícia disse não considerar o marido como suspeito.

Entretanto, o xerife de Bartow, Clark Millsap, disse no programa <i>Good Morning America</i>, da rede ABC, que considera "difícil de acreditar" que a mulher tenha decidido desaparecer por conta própria.

Em uma entrevista ao programa policial Nancy Grace, do canal HLN, o marido negou que haja razões para considerá-lo suspeito do crime e afirmou que "fará qualquer coisa" para colaborar com as investigações.