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Atualizado às: 08 de agosto, 2005 - 11h47 GMT (08h47 Brasília)
 
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Premiê do Japão dissolve Câmara Baixa do Parlamento
 
O primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi
Koizumi encarava aprovação como prova de sua popularidade
O primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, dissolveu nesta segunda-feira a câmara baixa do parlamento, abrindo caminho para a realização de eleições gerais.

A medida foi tomada após o premiê ter sofrido uma derrota no parlamento, que rejeitou uma proposta considerada fundamental no plano de reforma econômica do governo.

A câmara alta do parlamento rejeitou por 125 votos a 108 a proposta de reforma do sistema de correios do país. Mais de 20 integrantes do partido de Koizumi, o Partido Liberal Democrata, votaram contra a medida.

De acordo com políticos da coalizão governista, Koizumi quer que as eleições gerais sejam realizadas no dia 11 de setembro, com a campanha começando em 30 de agosto.

Poupança e seguros

A rejeição do plano para o sistema de correios foi um duro golpe para Koizumi, que usou sua influência política para tentar garantir a aprovação.

O projeto visava privatizar o correio japonês, que tem um patrimônio de cerca de US$ 3 trilhões, e transformá-lo, na prática, no maior banco do mundo.

A empresa de correios do Japão emprega cerca de 250 mil pessoas e fornece vários serviços além da entrega de correspondência. Os japoneses podem, por exemplo, fazer poupança ou adquirir seguros no correio.

Os opositores à idéia do primeiro-ministro argumentaram que uma companhia privatizada não seria capaz de manter o atual padrão de serviços, principalmente em áreas mais isoladas.

Segundo analistas, a reforma estava no centro do programa de reformas econômicas de Koizumi. "A rejeição (da proposta) é um grande golpe contra o futuro do Japão e sua economia", disse o ministro da Economia, Heizo Takenaka, o principal arquiteto do projeto.

Caso o primeiro-ministro saia vitorioso nas eleições gerais, ele deve permanecer no poder por apenas um ano - já que ele já disse que pretende deixar o governo em setembro de 2006.

 
 
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