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Atualizado às: 09 de dezembro, 2005 - 19h32 GMT (17h32 Brasília)
 
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Lula, Kirchner e Chávez assinam acordo de gasoduto
 

 
 
(Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Presidentes assinaram acordo em encontro paralelo em Montevidéu
Os presidentes de Brasil, Venezuela e Argentina assinaram nesta sexta-feira, em Montevidéu, no Uruguai, um acordo trilateral para iniciar estudos de viabilidade para a criação de um gasoduto que vai unir os três países.

O presidente Lula, o venezuelano Hugo Chávez e o argentino Néstor Kirchner se reuniram para assinar o documento durante a reunião de cúpula do Mercosul.

De acordo com o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, o esboço do projeto prevê que o gasoduto parta da região de Puerto Ordaz, na Venezuela, em direção a Manaus. De lá, cruzaria o Brasil até chegar ao Uruguai e à Argentina.

Rondeau estima que o gasoduto tenha uma extensão de entre 8 e 10 mil quilômetros e um custo de entre US$ 10 bilhões e US$ 17 bilhões.

Ao final da cúpula do Mercosul, o presidente Lula afirmou que o gasoduto pode ser "a grande obra dos próximos 50 anos na América Latina".

"Espero que o Chávez continue ganhando bastante dinheiro com o petróleo e invista parte disso no gasoduto", disse o presidente em Montevidéu.

BNDES + CAF

Em um outro evento paralelo à reunião de cúpula do Mercosul, o BNDES e a CAF (Cooperação Andina de Fomento) assinaram um memorando de entendimento que estabelece novos mecanismos de cooperação entre as duas instituições.

De acordo com o presidente do BNDES, Guido Mantega, a instituição brasileira já possui um capital de US$ 100 milhões no banco que reúne 17 países acionistas latino-americanos e vai realizar um novo aporte ao CAF de US$ 200 milhões em um prazo de 30 meses.

O documento prevê que o BNDES e a CAF financiem em conjunto investimentos em projetos que promovam a integração sul-americana, incluindo obras de infra-estrutura.

Depois de anunciar a assinatura do acordo, Mantega disse acreditar que a economia brasileira vai crescer entre 2,5% e 3% em 2005.

“Neste ano, não sei se chega a 3%. Pode ficar entre 2,5% e 3%. Poderia ter sido mais, poderia ter sido 4%, 4,5% com a política monetária mais flexível”, disse o presidente do BNDES.

“A economia brasileira tem condições de crescer a essa taxa, sem gerar inflação. É isso o que é importante, porque gerando inflação não vale”, acrescentou Mantega.

 
 
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