BBCBrasil.com
70 anos 1938-2008
Español
Português para a África
Árabe
Chinês
Russo
Inglês
Outras línguas
 
Atualizado às: 27 de dezembro, 2007 - 17h20 GMT (15h20 Brasília)
 
Envie por e-mail   Versão para impressão
Leia as reações à morte de Benazir Bhutto
 
Benazir Bhutto
Atentado aconteceu durante comício de Benazir Bhutto
Líderes políticos e autoridades ao redor do mundo expressaram condenação ao atentado que resultou na morte da ex-primeira-ministra paquistanesa Benazir Bhutto em um comício na cidade de Rawalpindi, perto da capital, Islamabad.

Veja as reações abaixo:

George W. Bush, presidente dos EUA

O presidente americano condenou os ataques e descreveu o assassinato de Bhutto como um "ato covarde". Bush pediu que os aliados americanos sigam no caminho democrático e afirmou que os autores do ataque devem ser levados à Justiça.

"Os Estados Unidos condenam esse ato covarde cometido por extremistas assassinos que tentam minar a democracia no Paquistão", disse o presidente, de sua fazenda, no Texas.

"Bhutto sabia que corria risco de vida quando retornou ao Paquistão do exílio, mas não deixou que os assassinos ditassem o destino do país", acrescentou Bush.

"O povo do Paquistão deve seguir no caminho para a democracia e honrar a morte de Benazir Bhutto", concluiu.

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva

"Foi com grande pesar e indignação que tomei conhecimento do ataque terrorista", disse o presidente em uma mensagem enviada ao presidente paquistanês, Pervez Musharraf.

"Ao expressar meu firme repúdio ao recurso à violência na vida política, transmito a Vossa Excelência o sentimento de solidariedade do povo e do Governo do Brasil diante desse inaceitável ato terrorista."

"Peço transmitir aos familiares das vítimas e ao povo paquistanês as profundas condolências do Governo brasileiro."

Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU

O secretário disse que ficou “chocado” e “ultrajado” com a morte da ex-premiê.

"Eu condeno veementemente este crime hediondo e peço que os culpados pelo ato sejam levados à Justiça assim que possível. Isto representa uma agressão à estabilidade do Paquistão e a seu processo democrático."

Gordon Brown, primeiro-ministro britânico

"Hoje é um dia triste para a democracia e um dia trágico para o Paquistão", disse o primeiro-ministro.

"Bhutto arriscou tudo na tentativa de trazer a democracia para o Paquistão e foi assassinada por covardes que têm medo da democracia."

"Terroristas podem ter matado Bhutto, mas não podem matar a democracia", acrescentou Brown.

Pervez Musharraf, presidente do Paquistão

Musharraf, em uma declaração a uma emissora de televisão estatal, após a morte de Bhutto, pediu à nação que permaneça em paz "para que o propósito maldoso dos terroristas seja derrotado".

Musharraf pediu ainda que a luta pelo terrorismo continue no país.

Nawaz Sharif, líder da oposição e ex-premiê paquistanês

Sharif descreveu a morte de Benazir Bhutto como uma tragédia para a nação.

"A morte é muito trágica e é algo impensável para todo o povo paquistanês", afirmou. "Apesar dela ser minha rival política, não há dúvidas de que havia um entendimento bom nos últimos anos. Estou muito abalado."

"Não é apenas um dia triste, mas escuro, o mais escuro e sombrio da história do país. Algo inconcebível aconteceu", disse o ex-primeiro-ministro.

Romano Prodi, primeiro-ministro da Itália

O primeiro-ministro italiano condenou o "fanatismo" que causou a morte de Bhutto. Prodi pediu que "o difícil caminho para a paz" seja buscado no Paquistão.

David Miliband, ministro britânico do Exterior

Miliband disse que ficou "profundamente chocado" com a morte da ex-primeira-ministra do Paquistão e pediu "contenção e união" para o povo paquistanês.

O ministro britânico descreveu o atentado como "um ataque insensível".

Nicolas Sarkozy, presidente da França

"Não há espaço para o terrorismo e a violência no debate democrático e no combate de idéias e programas. Mais do que nunca, é necessário que as eleições paquistanesas sejam realizadas em condições de pluralismo, transparência e segurança", disse Sarkozy.

O presidente francês classificou o atentado como um "ato odioso e grave".

Manmohan Singh, primeiro-ministro da Índia

A Índia também manifestou sua reação contra o atentado desta quinta-feira no Paquistão, e classificou o ato como "abominável".

"Perdemos uma líder que lutou pela democracia e reconciliação do seu país", disse o primeiro-ministro indiano.

"A maneira como ela morreu nos faz lembrar sobre os perigos comuns que nossa região enfrenta por atos covardes de terrorismo e sobre a necessidade de erradicar essa ameaça perigosa", afirmou.

 
 
Ataque no Paquistão Paquistão
Benazir Bhutto morre em atentado.
Veja
 
 
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Termina estado de emergência no Paquistão
15 dezembro, 2007 | BBC Report
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
 
 
Envie por e-mail   Versão para impressão
 
Tempo | Sobre a BBC | Expediente | Newsletter
 
BBC Copyright Logo ^^ Início da página
 
  Primeira Página | Ciência & Saúde | Cultura & Entretenimento | Vídeo & Áudio | Fotos | Especial | Interatividade | Aprenda inglês
 
  BBC News >> | BBC Sport >> | BBC Weather >> | BBC World Service >> | BBC Languages >>
 
  Ajuda | Fale com a gente | Notícias em 32 línguas | Privacidade