Marielle Franco

  1. Adriano Nóbrega era acusado de chefiar milícia no Rio de Janeiro

    Adriano da Nóbrega era acusado de chefiar a milícia e o grupo de assassinos profissionais aos quais, segundo investigadores, estão ligados acusados de morte da vereadora Marielle Franco, em 2018. Ele também era suspeito de se beneficiar financeiramente do esquema de repasses ilegais no gabinete de Flávio Bolsonaro.

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  2. Marielle Franco

    Por que o porteiro mudou sua versão, se o próprio anotou na planilha de acessos ao condomínio em 14 de março de 2018 que Queiroz iria à "casa 58", onde Bolsonaro morava, em vez de "casa 66", onde morava o policial militar reformado Ronnie Lessa, acusado de efetuar os disparos contra Marielle e Anderson?

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  3. Sergio Moro

    Em ofício, ministro da Justiça e Segurança Pública afirma que menção a Jair Bolsonaro em depoimento do porteiro 'sugere possível equívoco na investigação ou eventual tentativa de envolvimento indevido do nome do presidente da República no crime em questão'.

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  4. Ricardo Senra

    Enviado da BBC News Brasil à Arábia Saudita

    Bolsonaro na Arábia Saudita

    'Aqui não tem ditadura', afirmou presidente em resposta a comparação com Hugo Chávez, que em 2007 suspendeu concessão de TV venezuelana; na véspera, brasileiro dissera à Globo que 'teremos uma conversa em 2022', em referência a ano da renovação da permissão da emissora.

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  5. Anderson e Marielle

    Com uma série de reveses, a investigação do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista dela, Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018, se arrasta há um ano e meio. As informações mais recentes da investigação revelam tentativas de impedir que ela avance. A BBC News Brasil preparou uma linha do tempo que mostra os principais fatos, tropeços e desdobramentos da investigação.

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  6. Ricardo Senra - @ricksenra

    Enviado especial da BBC News Brasil a Riade (Arábia Saudita)

    Bolsonaro

    "Estou conversando com o ministro da Justiça para a gente tomar, via Polícia Federal, um novo depoimento desse porteiro pela PF para esclarecer de vez esse fato, de modo que esse fantasma que querem colocar no meu colo como possível mentor da morte de Marielle seja enterrado de vez", disse Bolsonaro em Riade, capital da Arábia Saudita.

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