Tribunal da ONU para Ruanda condena dois ministros e liberta outros dois

O tribunal da ONU que julga o genocídio em 1994 em Ruanda sentenciou à prisão dois ministros do governo da época mas inocentou outros dois.

O ministro da Saúde na época do genocídio, Casimir Bizimungu, e o ministro do Exterior, Jerome-Clement Bicamumpaka, foram inocentados devido a falta de provas. Eles estão entre os nomes mais importantes já inocentados pelo tribunal da ONU.

Os dois ministros condenados por cumplicidade com o genocídio, Prosper Mugiraneza e Justin Mugenzi, foram sentenciados a 30 anos de prisão para cada um.

O tribunal, que ocorre na cidade de Arusha, na Tanzânia, foi formado em 1994 para julgar os supostos responsáveis pelo genocídio em Ruanda no qual cerca de 800 mil pessoas, a maioria membros da minoria Tutsi, foram mortos.