Gabinete grego aprova novos cortes e sindicatos declaram greve

O gabinete grego aprovou por unanimidade novas medidas de austeridade para o país, que incluem o corte de 15 mil empregos e uma diminuição de 20% no salário mínimo.

Os cortes de gastos foram uma exigência dos outros países da zona do euro, em troca de mais um pacote de 130 bilhões de euros (R$ 295 bilhões) para evitar que o país deixe de pagar suas dívidas.

As medidas, que ainda terão que passar pelo parlamento, foram previamente aprovadas após a renúncia de cinco membros do gabinete, que se opunham a elas.

Horas antes, houve conflitos nas ruas de Atenas, quando os sindicatos declararam uma greve geral de dois dias.

O primeiro-ministro, Lucas Papademos, alertou que o país pode chegar a uma situação de caos descontrolado se não pagar suas dívidas.

Os ministros das Finanças da zona do Euro prometeram à Grécia um empréstimo de resgate de 130 bilhões de euros