Grupo de direitos humanos diz que condições para ativistas pioraram na China

Um importante grupo chinês de direitos humanos diz que as condições para ativistas no país pioraram no ano passado, e mais de 4 mil deles foram presos.

O grupo Defensores Chineses dos Direitos Humanos, baseado em Hong Kong, diz que as autoridades apertaram o cerco após pedidos por protestos similares aos da Primavera Árabe na China.

Segundo o grupo, mais de 150 ativistas foram torturados enquanto estavam detidos.

A organização diz estar particularmente preocupada com o número de dissidentes presos em locais secretos por semanas, às vezes meses, sem que nenhuma explicação sobre seu desaparecimento seja dada a suas famílias.

Pequim insiste que o país respeita as leis.