EUA expandem e Europa reduz sanções contra o Irã

Atualizado em  6 de fevereiro, 2013 - 22:12 (Brasília) 00:12 GMT

Os Estados Unidos decidiram aumentar suas sanções contra o Irã nesta quarta-feira devido ao programa nuclear da República Islâmica, que, segundo o Ocidente, teria fins militares, o que o país nega.

As medidas exigem que países como China, Índia e Turquia não enviem a Teerã os recursos obtidos pela venda de petróleo. Tudo que o país obter com suas exportações petrolíferas deverá ser creditado em uma conta localizada nas nações compradoras.

Washington ameaça excluir do sistema financeiro americano as instituições que quebrarem tais regras ao negociarem com o país persa.

A sanções também incluem a mídia estatal iraniana, que, segundo os americanos, estaria diminuindo a força da oposição.

Já a União Europeia ordenou que alguns países que integram o bloco suspendam sanções contra alguns dos maiores bancos iranianos.

Segundo Bruxelas, não há provas suficientes de que o banco Saderat e outros que foram alvo de punições em 2010 mantenham ligações com o programa nuclear iraniano.

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