Fotógrafa faz viagem a mundo de sonhos com fotos reveladas em vinho e ácido

Atualizado em  9 de outubro, 2012 - 03:57 (Brasília) 06:57 GMT

Vinho e Ácido

  • Crédito da foto: Alison Scarpulla
    Uma fotógrafa americana adotou uma técnica incomum ao usar vinho e ácido no processo de revelação das suas imagens.
  • Crédito da foto: Alison Scarpulla
    Segundo a artista, as fotos revelam um componente onírico e visam a "romper as barreiras da realidade".
  • Crédito da foto: Alison Scarpulla
    Ao brincar com o que é ou não é real, Scarpulla diz explorar sua relação com o ambiente à sua volta, bem como com sua percepção da trivialidade.
  • Crédito da foto: Alison Scarpulla
    Na prática, ao mesmo tempo que convida o leitor a refletir, a fotógrafa diz fazer uma espécie de viagem existencial sobre si mesma.
  • Crédito da foto: Alison Scarpulla
    "Eu descobri que, ao explorar com mais profundidade o ambiente que me cerca, algo de sagrado poderia acontecer comigo e com a natureza - e isso é o que eu sempre quis que as pessoas sentissem", diz Alison Scarpulla.
  • Crédito da foto: Alison Scarpulla
    Em entrevista à BBC Brasil, a fotógrafa, que não revela os detalhes do seu processo de criação, contou que prefere o improviso às fotos posadas.
  • Crédito da foto: Alison Scarpulla
    Para ela, cujos modelos são aleatórios, as fotos são "pinturas" e, como tais, merecem ser retratadas segundo diferentes pontos de vista.
  • Crédito da foto: Alison Scarpulla
    "Criamos mundos através de nossos pensamentos", diz a artista.
  • Crédito da foto: Alison Scarpulla
    Nos trabalhos que produz, a fotógrafa americana diz detestar o engessamento das regras.
  • Crédito da foto: Alison Scarpulla
    "Tudo o que achamos que é realidade é uma simples percepção", diz ela.

Vinho e Ácido

A fotógrafa americana Alison Scarpulla adota técnicas incomuns em seus trabalhos, usando substâncias como vinho e ácido para revelar fotografias.

Segundo Scarpulla, o resultado do processo mostra a busca permanente pela libertação dos padrões e das regras que muitas vezes engessam o trabalho do artista.

Ela diz ainda que suas imagens têm um componente onírico e visam a "romper as barreiras da realidade".

Ao brincar com o que é ou não é real, Scarpulla tenta explorar sua relação com o ambiente à sua volta, bem como sua percepção da trivialidade. Na prática, ao mesmo tempo em que convida o espectador a refletir, a fotógrafa também se propõe a fazer uma espécie de viagem existencial sobre si mesma.

"Eu descobri que, ao explorar com mais profundidade o ambiente que me cerca, algo de sagrado poderia acontecer comigo e com a natureza - e isso é o que eu sempre quis que as pessoas sentissem", afirma.

Em entrevista à BBC Brasil, a fotógrafa, que não revela os detalhes do seu processo de criação, diz que as fotos são "pinturas" e, como tais, merecem ser analisadas segundo diferentes pontos de vista.

"Criamos mundos através de nossos pensamentos", diz. "Tudo o que achamos que é realidade é uma simples percepção", filosofa.

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