Manifestantes em São Paulo (foto: BBC)
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Movimentos sociais aderem a protestos de metroviários em São Paulo

Após cinco dias de greve que paralisaram o trânsito da cidade de São Paulo, o sindicato dos metroviários negociou com o governo do Estado a suspensão do movimento por dois dias. Porém, a entidade ameaçou retomar a greve no dia da abertura da Copa do Mundo.

Nas manifestações ocorridas na segunda-feira, os sindicalistas do Metrô ganharam o apoio de diversos movimentos sociais. A intenção dos ativistas era transformar a causa salarial de uma categoria em um protesto geral, nos moldes dos ocorridos durante a Copa das Confederações.

“Somos todos metroviários”, gritavam os ativistas. Contudo, o recente protesto nas ruas do centro de São Paulo não reuniu as multidões presentes nos atos do ano passado.

Com o intuito de negociar a anulação de dezenas de demissões de grevistas, os sindicalistas prometeram voltar ao trabalho. Eles querem um aumento salariam superior a 10% e disseram que vão retomar a greve durante a abertura da Copa do Mundo na quinta-feira se as demissões não forem revertidas.