Em ensaios, fotógrafo explora sensualidade de homens africanos

A obra questionadora do nigeriano Rotimi Fani-Kayode, morto em 1989, ganha retrospectiva em Londres.

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Uma retrospectiva em Londres do influente fotógrafo nigeriano Rotimi Fani-Kayode marcou o 25º aniversário da sua morte, aos 34 anos de idade. Todas as fotos: Rotimi Fani-Kayode, cortesia de Autograph ABP & Tiwani Contemporary, Londres.

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A exposição traz uma seleção de imagens famosas de Fani-Kayode feitas entre 1985 e 1989. Nascido em Lagos em uma proeminente família Iorubá, ele se mudou como refugiado para Brighton, no Reino Unido, em 1966. Ele estudou nos EUA e depois se mudou para o bairro de Brixton, em Londres.

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O trabalho de Fani-Kaoyde explora o tema da sensualidade, com destaque para tensões entre sua homossexualidade e sua criação e educação iorubá.

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Os retratos nus são influenciados pelo surrealismo, pela cultura iorubá e pela obra do fotógrafo americano Robert Mapplethorpe, além de uma identidade negra britânica que estava em formação.

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Já foi dito que as imagens de Fani-Kayode são um ato cultural iconoclasta, de liberação e fuga.

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A obra de Rotimi Fani-Kayode fica em exibição na galeria Tiwani Contemporary, em Londres, até o dia 1º de novembro.